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quinta-feira, junho 20, 2024

Após invasão na Ilha, Sport e Vasco ficam no empate na briga pelo acesso

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Luiz Vinicius
Luiz Vinicius
Natural de Magé (RJ), Luiz Costa é empreendedor, criador de conteúdo sobre apostas e Apostador Profissional a mais de 4 anos. Foi finalista do programa MASTERBET na rede Bandeirantes e é redator em alguns sites de apostas Esportivas.

Em partida realizada na Ilha do Retiro no último domingo, Sport e Vasco empataram em 1 a 1 em jogo que ficou marcado pela confusão generalizada no estádio.  

O time da casa estava com a vantagem no placar, mas o Vasco empatou o jogo aos 49 minutos do segundo tempo.  

Triste episódio 

O confronto entre as equipes possuía características de uma final de campeonato, tanto Vasco quanto Sport ainda lutam pelo acesso à Série A. 

O Sport estava vencendo a partida por 1 a 0, resultado importantíssimo para a equipe pois ainda busca o acesso. Até que então, no final da partida, após intervenção do VAR, um pênalti marcado para o Vasco mudou a história do jogo. Raniel bateu e empatou, foi comemorar na frente da torcida adversária e deu início a mais um triste episódio do futebol brasileiro. 

Após a provocação, muitos objetos foram arremessados nos jogadores do Vasco. O episódio foi o estopim para a confusão. Os torcedores do Sport conseguiram passar por um dos portões de acesso ao campo e deram início à correria. 

Clima de tensão já era presente 

Na chegada à Ilha do Retiro o clima já não era dos melhores. Isso se justifica porque na entrada da torcida do time da casa houve confusão com uso de gás de pimenta. Posteriormente, na parte da torcida vascaína também houve confusão, os torcedores precisaram ser escoltados para entrar no estádio. Há relatos de que torcedores do Santa Cruz, maior rival do Sport, se infiltraram na torcida vascaína e a polícia conseguiu abordar alguns no entorno da Ilha.

“A Polícia Militar realizou uma abordagem a torcedores da Torcida Inferno Coral no entorno da Ilha do Retiro. Os referidos estavam sem ingresso e foram orientados a seguirem outro destino.” Disse a PM por meio da assessoria de imprensa. 

Medo no vestiário 

Paulo Bracks, diretor de futebol do Vasco, relatou momentos de medo vividos no vestiário após a confusão. Em suma, através de uma mensagem enviada à imprensa, o dirigente contou que a delegação ficou presa no vestiário da Ilha e chegou a afirmar que alguns funcionários do clube chegaram a ser agredidos.

“Boa noite a todos, gostaríamos de falar com a imprensa e a torcida vascaína que veio a Ilha do Retiro, mas estamos presos aqui no vestiário, uma situação constrangedora e perigosa. O vestiário tem duas portas, uma está quebrada com nossos baús segurando a porta. 

Houve uma tentativa de invasão do vestiário, a gente teve profissionais nossos e atletas agredidos após o término da partida, e o árbitro nos convocou para uma reunião, com representantes de cada lado, com a Polícia Militar presente. Por falta de segurança, o árbitro deu o jogo como encerrado, uma decisão sensata para evitar uma tragédia maior.” Relatou Bracks.  

Sem segurança para continuar 

Sobretudo, o árbitro Raphael Claus disse que não havia segurança para reiniciar a partida. Com 45 minutos de paralização, o jogo teve que ser suspenso porque não era possível assegurar a integridade física dos envolvidos.

“Comunicamos o encerramento da partida por não sentir segurança em relação a minha integridade física e dos demais profissionais envolvidos no jogo, além do ambiente totalmente impossibilitado para a prática do esporte futebol, a partida foi encerrada. Informo ainda que o comunicado ocorreu aproximadamente 45 minutos após o jogo ter sido paralisado.” Disse o árbitro. 

O episódio ocorrido traz à tona um dos maiores problemas do futebol brasileiro, a falta de segurança dentro e fora dos estádios.  

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