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Em evento, Jean Todt confidencia incertezas de Schumacher

06/12/2017 - 14:53 - Automobilismo

por Flávio Figueiredo

Quando Michael Schumacher assinou com a Ferrari em 1996, começava uma das parcerias mais vitoriosas da Fórmula 1. Jean Todt e Schumacher trabalharam juntos durante uma década inteira e ganharam um parceiro de peso quando Ross Brawn integrou a Scuderia Ferrari (entre 2000 e 2004). A Ferrari vivia um jejum de títulos de 21 anos e o alemão, juntamente com uma equipe competentíssima conseguiram não só um título mas nada menos que cinco conquistas de Mundiais de Pilotos onde colocou Scumacher num patamar inalcançado como o maior vencedor da história da Fórmula 1.

Na cerimônia que marcou a inauguração do Hall da Fama do Automobilismo, o hoje presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) não escondeu a saudade de Schumacher, um dos 33 pilotos que passaram a fazer parte do Hall da Fama em razão dos títulos mundiais conquistados: “Gostaria que Schumacher estivesse aqui”, disse o francês em discurso proferido na noite da última segunda-feira (4), em Paris.

O dirigente lembrou com carinho de duas passagens curiosas e íntimas com o heptacampeão. Todt revelou que Schumacher, mesmo passando a impressão de ser um piloto invencível no auge, tinha seus momentos de insegurança. O dirigente lembrou que à partir do primeiro título com a Ferrari, em 2000, ele tinha certeza que Michael deslancharia pois o peso da conquista com a equipe de Maranello era muito grande.

“Em 2000, depois de 21 anos, a Ferrari foi campeã com Michael. Eu o levei ao pódio e disse: Michael, nossa vida no automobilismo nunca mais vai ser a mesma”, comentou. E, de fato, não foi. Todt se consagrou com sua trajetória de sucesso na Ferrari para ser alçado ao posto de presidente da entidade máxima do esporte, enquanto Schumacher se tornou o maior campeão da história.

Outra confidência, onde mostrava que Schumacher era uma pessoa de "carne e osso" veio no intervalo para a temporada 2001, onde ele se questionou se poderia continuar sendo tão rápido. “Outra coisa que mostrou como é Michael foi quando acabou a temporada 2000 como campeão. Estávamos começando a temporada 2001. E ele me perguntou, de forma bastante tímida, porque é um cara tímido, que parece arrogante, mas é tímido. E ele me perguntou: ‘Você me permitiria fazer algum teste em Fiorano para garantir que ainda posso pilotar?’”

E Todt revelou que Schumacher tinha seus momentos de incerteza, mesmo vivendo no auge da carreira. “Ele estava sempre cheio de dúvidas, se era um bom piloto ou não. Ele fez seu teste e não foi muito mal”, complementou.

Curiosidades de um gênio da Fórmula 1 que conquistou os títulos de 2001, 2002, 2003 e 2004. O alemão seguiu na Ferrari até 2006, se aposentou e, em 2010, retornou como piloto da Mercedes, onde ficou por três temporadas para deixar as pistas de vez e dar lugar a Lewis Hamilton, o único piloto a superar seu recorde de pole-positions na F1.

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