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Sem grandes jogadores, Chicago Bulls corre o risco de ser o pior time da Temporada na NBA

17/08/2017 - 15:37 - Basquete

por Flávio Figueiredo

A temporada 2016/17 do Chicago Bulls terminou na primeira rodada dos playoffs, diante do Boston Celtics. Antes da eliminação, o time teve 41 vitórias e 41 derrotas ao longo de uma fase de classificação na qual passou por algumas turbulências. O desentendimento entre Dwyane Wade e Rajon Rondo e as críticas públicas de Jimmy Butler ao técnico Fred Hoiberg foram dois exemplos disso.

Os altos e baixos podem ter afetado a produção do time dentro de quadra, mas não afastaram a torcida do United Center. Mesmo com uma campanha distante em relação às principais potências da liga na última temporada, os Bulls mantiveram-se no topo do ranking de público nos ginásios da NBA.

Nos 41 jogos que fez como mandante no campeonato passado, o time recebeu em sua casa 888.882 torcedores no total, o que dá uma média de 21.680 pessoas por partida. Ambos os números foram os maiores da liga, beneficiados pela ocupação média de 103,6% do ginásio, algo que acontece graças aos ingressos que os times vendem para áreas em que só é permitido assistir aos jogos em pé.

Essa não é uma situação nova. Os Bulls têm sido líderes da NBA em público, tanto no total como em média, e registrando ocupação superior a 100% no United Center em todas as temporadas 2010/11, na qual se classificou aos playoffs com a melhor campanha geral da liga e teve Derrick Rose conquistando o troféu de MVP. 

Na temporada anterior a essa, os jogos do time dentro de casa não tiveram ocupação média superior a 100%. Mesmo assim, o público médio e o número total de torcedores no ginásio durante a competição foram os mais altos da liga. 

Isso quer dizer que a última vez que os Bulls não lideraram a NBA em público aconteceu na temporada 2008/09, que foi a primeira da carreira de Rose e veio logo em seguida a uma campanha decepcionante da equipe, que não se classificara para os playoffs de 2008. Ainda assim, só o Detroit Pistons levou mais torcedores a seus jogos naquele campeonato. 

Essa hegemonia da franquia de Chicago fora das quadras está em xeque. No levantamento anual que a ESPN dos Estados Unidos faz com seus especialistas, a previsão é que o time termine a temporada 2017/18 com a pior campanha da Conferência Leste.

Diante dos acontecimentos dos últimos meses, não é difícil entender o motivo por trás desta previsão. A troca com o Minnesota Timberwolves envolvendo Jimmy Butler na noite do Draft deste ano deixou bem clara a direção que os Bulls pretendem seguir. Ao abrir mão de seu melhor jogador, que vem sendo chamado para o "All-Star Game" há três temporadas e que foi campeão olímpico com a seleção dos EUA no Rio de Janeiro, a franquia sinaliza que está realmente disposta a passar por um processo de reconstrução. 

As três peças que o Bulls recebeu nesta transação são ainda muito jovens e com um longo caminho de desenvolvimento pela frente. Lauri Markkanen foi a sétima escolha do Draft. Kris Dunn teve pouco espaço como novato em Minnesota na temporada passada e, assim como o ala finlandês, é uma incógnita. Zach LaVine aparece um pouco acima dos dois por já ter apresentado evolução ano a ano desde que entrou na liga, tanto que atingiu média superior a 20 pontos por jogo no último campeonato. O problema é que ele vem de uma lesão no ligamento cruzado do joelho esquerdo, o que sempre é motivo de preocupação. Não deixa de ser outra aposta.

Além de negociar Butler, os Bulls resolveram se desfazer de Rajon Rondo. O armador foi liberado para virar agente livre e assinou um novo contrato com o New Orleans Pelicans. E ainda há o risco de dispensa de Dwyane Wade. O jogador, que já foi 12 vezes "all-star" e tem três títulos com o Miami Heat, pode chegar a um acordo de "buyout" com a franquia, que rescindiria seu contrato e o deixaria livre para acertar com outra equipe. 

Se Wade realmente sair, os Bulls terão um elenco totalmente formado por atletas com menos de 30 anos e sem uma única participação em "All-Star Game". E tirando o pivô Robin lopez, ninguém vai ter experiência superior a quatro temporadas na carreira. 

É uma reformulação que até pode dar certo um dia, mas que está apenas no começo e, por isso, os resultados podem demorar um pouco a aparecer. Será um teste de paciência e de lealdade para os torcedores que lotaram o United Center nos últimos anos. 

*Fonte: ESPN

 

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