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Honda entre a Cruz e a Espada na McLaren

16/03/2017 - 19:59 - Corrida

por Flávio Figueiredo

Não é preciso rebuscar muito a mente para encontrar uma ou mais expressões que traduzam, com perfeição, o momento vivido pela McLaren. A equipe vencedora de 12 títulos mundiais de pilotos, só perde para a Ferrari, com 15, está, podemos afirmar, “entre a cruz e a espada”.

Nesta quinta-feira a imprensa inglesa divulgou que Zak Brown, diretor executivo do McLaren Technology Group, e Eric Boullier, diretor da McLaren Racing, à qual pertence a escuderia de F1, reuniram-se com a direção da Mercedes na F1, provavelmente Toto Wolff, diretor esportivo da montadora, durante os testes de Barcelona, no início do mês, para saber se, eventualmente, seria possível fornecer sua unidade motriz.

Não é para 2018 não, mas já para esta temporada. É bom lembrar que a Mercedes se programou para fornecê-las para a Manor também, além de Williams e Force India, mas a equipe fechou as portas. Repassá-las, agora, a McLaren, não apenas não seria um problema como atenderia os interesses comerciais da Mercedes.

Foi apenas uma consulta. Por enquanto. Isso para o caso de nas primeiras etapas do campeonato, a começar pela de abertura, dia 26, em Melbourne, Austrália, e depois nos Gps da China, dia 9, de Bahrein, 16, e da Rússia, 30 de abril, a Honda não demonstrar uma rápida e respeitável evolução na sua unidade motriz.

Fernando Alonso e Stoffel Vandoorne, os pilotos da McLaren, mal puderam treinar nos oito dias de testes no Circuito da Catalunha, por conta da impressionante fragilidade da unidade japonesa, mesmo limitada em potência, a fim de dar a chance à escuderia de começar a entender o complexo projeto do chassi deste ano, MCL32.

Esse era para ser o ano da virada da Honda, depois de dois campeonatos de aprendizado na F1 da era da tecnologia híbrida. A McLaren pagou o preço: penúltima colocada em 2015, com 27 pontos - a Mercedes foi campeã com 703 - e sexta no ano passado, com 76 pontos – a Mercedes somou 765.

Os engenheiros sob a coordenação, há um ano, de Yusuke Hasegawa adquiriram boa experiência nessa nova F1, contaram com um orçamento importante, a Honda não está medindo esforços para seu projeto dar certo, liberdade do regulamento, sem restrições, agora, e dois pilotos campeões do mundo para orientá-los, Alonso e Jenson Button.

Pois mesmo assim, com tudo a favor, a Honda não conseguiu produzir uma unidade motriz que sequer funcione. Ninguém está falando de apresentar performance semelhante, por exemplo, a da Renault, ainda aquém das unidades da Mercedes e Ferrari. Mas que ao menos permita a McLaren treinar. Nos oitos dias Alonso e Vandoorne completaram somente 1.978 quilômetros no traçado espanhol, ao passo que a Mercedes, 5.102 e a Ferrari, 4.450.

Enquanto isso, Alonso espera!

 

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