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Chineses podem estragar os planos do Palmeiras por Borja

08/02/2017 - 15:38 - Futebol

por Flávio Figueiredo

O artilheiro do time campeão da última Libertadores já estava fazendo as malas para o Brasil e assinar com o Palmeiras. A negociação com o atacante vinha se arrastando e desde o fim de semana o campeão brasileiro não teve novo contato com dirigentes do Atlético Nacional de Medellín, com os quais retomaram conversas há poucos dias.

O jogador já assumiu o desejo de vestir a camisa palmeirense, mas os chineses se propõem a pagar aproximadamente seis vezes mais, algo acima dos R$ 2 milhões mensais. Dirigentes do campeão da Libertadores discutem o futuro de Borja. Obviamente preferem vendê-lo para a Ásia, pois faturariam muito mais, contudo, esbarram na preferência do atleta.

O futebol chinês cresceu como obstáculo entre Palmeiras e Míguel Borja. E os asiáticos parecem dispostos a contar com seus gols a qualquer custo. Para isso, fizeram proposta pelo artilheiro, em torno de US$ 28 milhões (perto de R$ 88 milhões).

O Shenzhen FC é o clube interessado no jogador. Atual nono colocado da China League One, a segunda divisão. Lá atua o nigeriano Chinedu Obasi, ex-Schalke 04 e Hoffenheim. Os outros estrangeiros que passaram por lá são desconhecidos, como o esloveno Rakovič, o brasileiro naturalizado honconguês Paulinho Robspierry, o jamaicano Deshorn Brown e o japonês Takashi Rakuyama. Há um colombiano, Harold Preciado, 22 anos, vendido recentemente pelo Deportivo Cali.

O mais conhecido é o técnico Sven-Göran Eriksson, sueco que comandou Benfica, Roma, Fiorentina, Sampdoria, Lazio, Manchester City, Leicester e as seleções da Inglaterra e do México. Desde 2013 ele está na China e o Shenzhen é seu terceiro clube por lá. Pouco sedutor do ponto de vista profissional para Borja, mas os dólares são pesados. 

A situação de Borja é a seguinte: o Atlético Nacional adquiriu 70% dos direitos em 2016, ficando 30% com o Cortuluá, ex-clube do atacante. Na realidade esse percentual seria de um ex-dirigente do pequeno time da Colômbia. Além de um acordo entre essas partes, cartolas do Atlético Nacional estariam divergindo sobre a venda. Os favoráveis ao negócio com o Palmeiras desejando US$ 13 milhões pelos seus 70%, cifras que o clube paulista não está disposto a alcançar.

Entre os dirigentes do time de Medellín, há quem não aprove a venda aos palmeirenses por se tratar de um pesado reforço a um possível rival no continente. Isso esbarraria no projeto do clube, que pretende seguir entre os maiorais da América do Sul. Os defensores de tal tese alegam que o clube não deveria precisar desse dinheiro no momento.

Essa tese cai por terra quando o Atlético vendeu Alejandro Guerra ao próprio Palmeiras e Orlando Berrío ao Flamengo, após negociar Jonathan Copete com o Santos, ainda no ano passado. Além disso, também em 2016 Alexander Mejía voltou ao futebol mexicano (León), Sebastián Pérez foi ao Boca Juniors, Víctor Ibarbo cedido ao Panathinaikos, Marlos Moreno vendido ao Manchester City e Davinson Sánchez ao Ajax.

Está evidente o perfil do Verdolaga e fica claro que Borja sairá. Resta saber se pesará mais a preferência pelo Palmeiras ou a sedução dos dólares chineses.

 

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