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Clubes tomam importantes decisões para Brasileirão deste ano

06/02/2018 - 14:24 - Futebol

por Frederico Verchai

Na tarde da última segunda-feira (05) representantes dos 20 clubes que farão parte da Série A do Campeonato Brasileiro se reuniram com a CBF para definir o regulamento da competição no ano de 2018. Entre os assuntos tratados estava a liberação ou não do gramado sintético, permissão para venda de mando de campo e uso do VAR, o árbitro de vídeo.

Quanto ao primeiro assunto, que prejudicava diretamente o Atlético Paranaense, primeira equipe do Brasil a utilizar um gramado artificial (o Corinthians também implantou um pouco de grama sintética no seu estádio, porém, a maior parte é natural), a votação definiu a liberação do gramado sintético. Em voto unânime, as equipes decidiram derrubar uma decisão tomada em setembro de 2017, depois de uma ideia do ex-presidente do Vasco da Gama, Eurico Miranda, que proibia o gramado a partir de 2018.

“Fica caracterizado que não teve um favorecimento técnico em relação a isso. Essa questão foi até considerada, porque o Atlético-PR teve um rendimento bom em 2016 (84%, enquanto em 2017 caiu para 47%), que normalmente já tinha. Por esse fato acabou então interpretando que era uma vantagem técnica. É uma grama aprovada pela Fifa, todos os testes são feitos, que a deixam muito semelhante ao uso da grama natural. Isso foi um reconhecimento da CBF e de todos clubes que não existiu vantagem”, afirmou Luiz Sallim Emed, presidente do Atlético-PR.

Quanto à venda de mando de campo, as equipes votaram a favor, porém, com algumas restrições importantes: os times poderão vender seus mandos de campo apenas em 5 dos 19 jogos que farão como mandante; deverá ter concordância com o time visitante e a Federação do clube mandante; e não poderá ocorrer nas cinco últimas rodadas do Brasileirão de 2018 (a partir da 34ª rodada).

E por último, o VAR (árbitro de vídeo) foi vetado. Através de uma votação, que terminou com 7 votos a favor e 12 contra, foi definido que o árbitro de vídeo ainda não será utilizado no Campeonato Brasileiro. Para custear a implantação na nova tecnologia, a CBF pediu que os clubes arcassem com os R$ 20 milhões que seriam gastos para levar o VAR aos 380 jogos do Brasileirão em 2018, o que não foi aceito.

“Vetar foi uma decisão da maioria, pelo custo elevado para os clubes. Para cada clube, (o árbitro de vídeo) custaria R$ 500 mil apenas para o segundo turno, ou R$ 1 milhão para o campeonato inteiro. Decidimos esperar a observação na Copa do Mundo e talvez implantar no Brasileirão do ano que vem”, explicou Alexandre Campello, novo presidente do Vasco da Gama.

Veja como votaram cada um dos clubes quanto a questão do VAR:

Contra: América-MG, Atlético-MG, Atlético-PR, Ceará, Corinthians, Cruzeiro, Fluminense, Paraná, Santos, Sport, Vasco da Gama, Vitória;

A favor: Bahia, Botafogo, Chapecoense, Flamengo, Grêmio, Internacional, Palmeiras;

Não votou: São Paulo, pois o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva já havia ido embora no momento da votação;

“O Bahia foi favorável mesmo que tivesse que pagar por isso, mesmo que houvesse um custo alto. A gente defendeu o modelo, porque o prejuízo mesmo acontece quando há um erro contra o clube ou contra o futebol”, declarou Guilherme Bellintani, presidente do Bahia.

 

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