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Análise do Tênis para o fim de 2017

20/09/2017 - 11:16 - Tênis

por Flávio Figueiredo

O tênis geralmente patina quando começa a primavera. O problema é compreensível. Em meados de setembro, os jogadores estão cansados dos voos e das batalhas. Dores leves se tornam maiores. Enquanto a atração de ir à Ásia é poderosa, o choque para aqueles que não podem levar toda a família e toda a sua equipe - e reservar um andar inteiro em um hotel - é significativo. Afinal, a poeira do Grand Slam já baixou.

Relembre 2016. Roger Federer, Rafael Nadal, Serena Williams e Maria Sharapova perderam toda a volta asiática, bem como os campeonatos as finais da ATP e da WTA. Foi um ano excepcionalmente difícil.

Enquanto a primavera floresce, a conversa geralmente gira em torno das mesmas questões: por que o tênis precisa de uma longa temporada? Não seria melhor ter bolas mais leves? Quadras mais rápidas?

Mas isso não parece ser o caso em 2017.

No lado feminino, a briga é pela primeira posição do ranking. No masculino, temos Rafael Nadal e Roger Federer em uma disputa das mais divertidas das últimas temporadas.

O voo e Nadal

Raramente o topo do ranking está tão nítido como agora: Nadal lidera com mais de 2 mil pontos de vantagem sobre Federer, e nenhum deles têm pontos para defender na reta final do ano. Mas esses ícones de mais de 30 anos (no caso de Federer, bem mais de 30) deixaram de lado a busca por rankings e passaram a tirar um ao outro de suas respectivas zonas de conforto.

Nadal, em particular, já enfatizou que seu compromisso é estar em condições de jogar. "Vou te dizer, para mim, o mais importante, mais do que ganhar Slams, é estar feliz", disse Nadal, depois de derrotar Juan Martin del Potro nas semifinais do US Open. "Estou feliz se estou saudável e feliz se eu me sentir competitivo na maioria das semanas que estou jogando. É o que aconteceu este ano."

Podemos ter um ou dois confrontos entre Federer e Nadal no ano - um deles no quintal do suíço, no ATP 500 da Basileia. Nadal tentará concluir o único negócio inacabado em sua carreira: ganhar um Masters na primavera pela primeira vez e também e o ATP Championships.

Nadal se classificou para o ATP World Tour Finals em 12 oportunidades, mas ficou fora do evento em cinco desses anos, todos por lesão. Ele provavelmente estará lá em novembro. Uma vitória em Xangai e outra nas Finais em Londres poderiam tornar este seu maior ano de sempre.

A força de Federer

Alguém acha que a queda de rendimento de Federer pós-Wimbledon é um tanto alarmante?

Parece ingrato pensar nesses termos, mas, se olhar os resultados, eles mostram a crueldade do esporte. Não importa o quão mágico seu jogo ou o quão indomável seja seu espírito, o fato é que Federer tem 36 anos. Em algum momento, o motor pode não produzir a mesma potência. A sequência pós-Wimbledon: o suíço perdeu para Alexander Zverev, de 20 anos, em Montreal; não jogou em Cincinnati com dores nas costas; e foi eliminado por Del Potro no US Open. É hora de repensar?

O fato encorajador – se é que Federer precisa disso – é que a Ásia ama o suíço e ele ama a Ásia. Foram três decisões e dois títulos quando o ATP World Tour Finals foram em Xangai. Ele também ganhou um Masters 1000 na mesma cidade. Na história do Finals, foram 10 decisões, com seis taças, além de alcançar pelo menos as semifinais em todos os anos em que se classificou para a competição.

Assim, Federer estabeleceu uma barra alta para si mesmo na reta final do ano. Ele não precisa de mais nada, é e sempre será um dos gigantes da história – o maior? -, mas seria legal demais vê-lo terminar o ano forte e saudável. E por que pensar que a glória pode ser ainda mais divertida aos 37?

As esperanças de Sharapova

A jornada está sendo bastante difícil para a russa de 30 anos no caminho de reconstruir uma carreira, manchada por uma recente suspensão de doping de 15 meses.

Sharapova, que melhorou seu ranking para o número 103 desde o seu regresso, em meados de abril, tem participação confirmada no Premier da China e em Tianjin. É provável que o brilho dos holofotes seja menos agressivo no país, o que pode deixá-la mais relaxada. Dois bons resultados na Ásia aumentariam a confiança e a deixaram bem posicionada para a próxima temporada.

Sharapova ainda mostra que ela pode recuperar a consistência e o foco que lhe valeram uma carreira no mais alto nível, uma “carreira Grand Slam”. Com o doping, ela perdeu muito tempo – e muita credibilidade. Até onde ela irá em seu retorno?

A corrida pelo número 1

No momento, menos de 500 pontos separam as quatro melhores artistas da WTA, com o número 1 Garbine Muguruza segurando uma minúscula vantagem de 75 pontos sobre Simona Halep.

A estranheza? Halep não é realmente considerada a mais propensa a tirar Muguruza do topo no fim do ano. Isso provavelmente ficaria a cargo da ex-número 1 Karolina Pliskova, apenas na quarta posição. Mas a atual número 3, Elina Svitolina, tem vivido um ano iluminado. Não seria uma surpresa absurda se ela acabasse no topo do ranking da WTA?

O Premier de Pequim 5 vale 1.000 pontos, enquanto eventos menores oferecem 280 pontos para a vencedora. Há 12 torneios no calendário, incluindo os que estão em andamento. Não dá para negar: teremos muita ação até o fim do ano. Aguardemos os capítulos das próximas semanas!

*Tradução livre de Ricardo Zanei. O conteúdo original, em inglês, pode ser acessado em "Nadal, Federer race for No. 1 makes this fall much-watch tennis".

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tabela

Campeonato Brasileiro Série A

Classificação Pontos
1 TIM 2 36
1 TIM 2 36
1 TIM 2 36
1 TIM 2 36

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5 Yudi ***

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