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Opinião: O maior ídolo esportivo da Era Moderna

02/08/2018 - 21:58 - Tênis

por Eduardo Buchholz

Tá certo, o Brasil é o país do futebol. Revelou ícones como Pelé, Garrincha, Zico, Falcão, Ronaldos e Romário. Mas cá entre nós, quando tenho que escolher um grande ídolo do esporte brasileiro, acabo olhando pra outras paisagens.

Poderia falar em Ayrton Senna, o mago da Fórmula 1, que fez com que os brasileiros acordassem cedo todo domingo pra torcer, vibrar e arriscar palpites sobre automobilismo. Senna arrepiou as almas mais céticas do país e do mundo durante seu reinado, e as calou com sua despedida precoce. Senna é, sem dúvida, um dos grandes candidatos a maior ídolo moderno do esporte no Brasil.

Mas posso falar também de Oscar Schmidt, o maior cestinha da história do basquete (isso mesmo!), que recusou a NBA para manter seu status de amador e continuar jogando pela seleção brasileira (até 1989 os jogadores da NBA não eram autorizados a jogar por suas seleções). Oscar foi um monstro do basquete mundial, reconhecido na Calçada da Fama e nos maiores centros basqueteiros do planeta. Sua atuação pela seleção na final do Pan-Americano de 1987, contra os até então imbatíveis norte-americanos, foi de encher de lágrimas e orgulho até mesmo aqueles que sequer sabiam as regras do basquete. Brasil medalha de ouro. Oscar, lenda.

Claro, existem exemplos de outros grandes ídolos, homens e mulheres, em diferentes modalidades. Atletas que venceram a falta de estímulo e de apoio dos governos e que se destacaram por sua determinação, talento e esforço pessoal. Mas o meu grande ídolo do esporte brasileiro, o cara sobre o qual vou falar sempre para meus filhos e netos (será?), chama-se Gustavo Kuerten. Ou Guga. O manezinho da ilha de Floripa veio de uma família simples, perdeu o pai muito cedo, teve um irmão com problemas de saúde. Conviveu com infortúnios desde menino. Mas há pessoas predestinadas, e Guga Kuerten é uma dessas pessoas.

Com auxílio do treinador, psicólogo e segundo pai Larri Passos, Guga foi tri campeão do Roland Garros, na França, reverenciado numa Quadra Central lotada. Foi o único tenista a bater Pete Sampras e André Agassi num mesmo torneio, sagrando-se campeão. No ano 2000, alcançou o posto de número 1 do mundo.

As lesões abreviaram sua carreira. Mas Guga era mais que um tenista. Tornou-se um exemplo fora das quadras também. Por isso foi tema de escola de samba do Rio de Janeiro. Em 2010, recebeu o troféu Philippe Chatrier, a maior honraria do tênis mundial, em reconhecimento a sua carreira e às ações desenvolvidas pelo Instituto Guga Kuerten. Em 2012, foi homenageado com a inclusão de seu nome no International Tennis Hall os Fame.

Apesar de todo o sucesso, Gustavo Kuerten manteve seu jeito manezinho de ser, preocupado com as causas sociais e com os exemplos que pode dar aos jovens. Guga é assim. Através de um esporte solitário, reuniu milhões de pessoas para torcer por um cara bem brasileiro, de sorriso largo e franco, um sujeito de poucas vaidades e muitos talentos. Meu Atleta da Era Moderna tem esse nome e essa marca: Guga Kuerten.

tabela

Campeonato Brasileiro Série A

Classificação Pontos
1 TIM 2 36
1 TIM 2 36
1 TIM 2 36
1 TIM 2 36

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prognósticos

1 INT x AME

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Confiança

85%
2 SPFC x GRE

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Confiança

85%
3 FLA x SAN

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Confiança

85%

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RANKING

1 Jair ***

676,00

2 rodrigo ***

255,00

3 walter ***

0,00

4 ROGER ***

0,00

5 André ***

0,00

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